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António José Seguro e a vitória do centro democrático
A eventual vitória de António José Seguro não seria uma vitória da esquerda, mas do centro democrático. A segunda volta não opõe esquerda e direita, apesar da narrativa insistente de André Ventura; opõe moderação institucional a populismo disruptivo. Seguro surge como uma escolha defensiva num sistema sob tensão: não entusiasma, não mobiliza, mas estabiliza. E, paradoxalmente, pode ser tão útil ao PSD como ao próprio equilíbrio democrático — não por afinidade política, mas por contenção institucional.
Política
O panóptico eleitoral: transparência, suspeita e o novo populismo respeitável
Há momentos em que a política deixa de ser apenas disputa de projectos e passa a ser um regime de...