Não é fascismo. É iliberalismo — e isso é mais sério

Não é fascismo. É iliberalismo — e isso é mais sério

Paulo Trindade
Janeiro 26, 2026

O debate em torno de André Ventura e do CHEGA tem sido, em larga medida, um debate mal colocado. Discutem-se...

Quando o Estado começa a parecer uma milícia

Quando o Estado começa a parecer uma milícia

Paulo Trindade
Janeiro 26, 2026

Autoridade, extremismo e a erosão do Estado de direito Há momentos em que a linguagem política deixa de servir. Quando...

O centro democrático sob cerco

O centro democrático sob cerco

Paulo Trindade
Janeiro 24, 2026

Há momentos em que a política parece funcionar. As instituições mantêm-se, os calendários eleitorais cumprem-se, os discursos repetem fórmulas conhecidas...

Europa: focos, tensões e futuros possíveis

Europa: focos, tensões e futuros possíveis

Paulo Trindade
Janeiro 23, 2026

I — O futuro deixou de ser abstrato Durante muito tempo, falar do futuro da Europa foi um exercício confortável....

Quando a equidistância se torna desonestidade

Quando a equidistância se torna desonestidade

Paulo Trindade
Janeiro 20, 2026

A falsa simetria entre centro democrático e radicalismo iliberal não é neutralidade: é uma escolha. Quando a equidistância se torna estratégia, o risco não é apenas político — é democrático.

António José Seguro e a vitória do centro democrático

António José Seguro e a vitória do centro democrático

Paulo Trindade
Janeiro 19, 2026

A eventual vitória de António José Seguro não seria uma vitória da esquerda, mas do centro democrático. A segunda volta não opõe esquerda e direita, apesar da narrativa insistente de André Ventura; opõe moderação institucional a populismo disruptivo. Seguro surge como uma escolha defensiva num sistema sob tensão: não entusiasma, não mobiliza, mas estabiliza. E, paradoxalmente, pode ser tão útil ao PSD como ao próprio equilíbrio democrático — não por afinidade política, mas por contenção institucional.

Entre o choque e a coesão: os limites do liberalismo económico

Entre o choque e a coesão: os limites do liberalismo económico

Paulo Trindade
Janeiro 17, 2026

O liberalismo económico pode ser eficaz como resposta a crises e choques macroeconómicos. Mas quando se transforma em modelo permanente, tende a gerar desequilíbrios sociais e a fragilizar a coesão. Entre o choque e a coesão, há uma escolha política que não pode ser eternamente adiada.

O verdadeiro voto de protesto

O verdadeiro voto de protesto

Paulo Trindade
Janeiro 17, 2026

Muito se tem dito que André Ventura representa o “anti-sistema”. A ideia tornou-se quase um reflexo automático no comentário político:...

Stephen Miller: o ideólogo que transformou o trumpismo num método

Stephen Miller: o ideólogo que transformou o trumpismo num método

Paulo Trindade
Janeiro 13, 2026

Durante anos, o debate público sobre os Estados Unidos concentrou-se quase exclusivamente em Donald Trump. A sua figura dominou o...

Irão: um regime que resiste, mas já não integra

Irão: um regime que resiste, mas já não integra

Paulo Trindade
Janeiro 12, 2026

O Irão voltou às ruas. Mais uma vez, a faísca foi económica: inflação galopante, colapso do rial, salários incapazes de...

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